Ginecologia Oncológica

O câncer ginecológico tem uma alta incidência e é causa relevante de morbidade e óbitos no Brasil e no mundo. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima a ocorrência de aproximadamente 30.000 novos casos por ano de câncer de colo uterino, corpo e ovário no Brasil. Esses tumores são responsáveis por pelo menos 10% de todas as neoplasias malignas nas mulheres brasileiras, exceto o câncer de pele não melanoma.

A abordagem do câncer ginecológico é complexa e ampla, compreendendo ações preventivas, diagnósticas e terapêuticas. Uma abordagem multidisciplinar é essencial ao atendimento das mulheres com câncer, envolvendo a Ginecologia Oncológica, Oncologia Clínica, Radioncologia, Patologia e Genética, além da Enfermagem, Fisioterapia, Psicologia e Cuidados Paliativos. Existem ações e procedimentos de alta complexidade que demandam conhecimentos e treinamentos específicos, que só podem ser assimilados através de programas de capacitação em situações e em instituições que dispõem de recursos para fornecer tais conhecimentos.

A Ginecologia Oncológica tem vários níveis de complexidade durante o processo de diagnóstico e tratamento. Houve uma melhora significativa dos resultados, incluindo sobrevida, nas pacientes com câncer de colo uterino, endométrio, vulva e principalmente câncer de ovário, tratadas por um ginecologista oncológico. Novas tecnologias são adotadas constantemente e novos paradigmas são incorporados aos protocolos de maneira cada vez mais rápida. O recrutamento e treinamento de especialistas em procedimentos cirúrgicos em abdômen superior e em técnicas cirúrgicas avançadas como a laparoscopia e robótica são essenciais para atender as necessidades futuras das pacientes com câncer. Além do tratamento cirúrgico, a quimioterapia e/ou radioterapia pode ser indicada para algumas pacientes.

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